Evento – Gestão de Custos na Saúde Suplementar
Gestão de Custos na Saúde Suplementar
Quando: 17 e 18 de Julho de 2012
Local: Hotel Golden Tulip Paulista Plaza | São Paulo | SP
Sobre o evento:
Saiba como minimizar o impacto da alta sinistralidade e realizar uma gestão eficiente de custos para obter sucesso em um setor caracterizado por constantes desafios.
Este encontro é direcionado a presidentes, vice-presidentes, diretores administrativo, financeiro, custos médicos e hospitalares, auditoria, controladoria e outros profissionais envolvidos com o tema.
Para mais informações: marketing@iqpc.com | 11 3463-5600
Website: www.custosnasaudesuplementar.com
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Artigo – Dr. Antonio Carlos Lopes
Médicos formados fora do Brasil não podem ter privilégios
A imprensa vem divulgando com frequência a possibilidade de autoridades abrirem uma lacuna legal para a revalidação automática de diplomas de médicos brasileiros formados no exterior. É fato que até agora ninguém veio a público sustentar essa hipótese. Entretanto, como onde há fumaça, costuma haver fogo, considero importante fazer uma reflexão sobre o tema e convidá-lo a participar também dessa polêmica.
Há alguns anos a Sociedade Brasileira de Clínica Médica vem denunciando a precariedade do ensino médico. Mesmo assim, dia após dia ocorre autorização desenfreada de abertura de novos cursos sem condições adequadas de funcionamento. Outras entidades, como a Associação Médica Brasileira, a Federação Nacional dos Médicos, o Conselho Federal de Medicina e os Conselhos Regionais de Medicina, também vêm se posicionando para mostrar que o médico mal formado representa risco à comunidade.
Os protestos têm fundamento. Em 2011, avaliação do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo com estudantes do sexto ano atestou que quase 50% deles não sabe interpretar radiografia ou fazer diagnóstico após receber informações dos pacientes. Cerca de metade administraria tratamento impreciso para infecção na garganta, meningite e sífilis. O baixo percentual de acertos em campos essenciais da Medicina, como Saúde Pública (49% de acertos), Obstetrícia (54,1%), Clínica Médica (56,5%) e Pediatria (59,3%) é alarmante. Aliás, os índices de reprovação desde que a avaliação foi criada, em 2007, confirmam que muitos novos médicos não estão preparados para exercer a profissão, representando risco à saúde e à vida dos cidadãos.
Daí, um raciocínio lógico: para ir contra a formação médica deficiente no Brasil, é mister não se calar diante de acenos de facilidades à revalidação de diplomas obtidos em escolas do exterior, cuja qualidade é questionável e os currículos quase sempre incompatíveis com os do nosso país.
Compreendemos que tanto brasileiros quanto estrangeiros formados no exterior precisam passar por exame de revalidação do diploma para exercer a medicina no Brasil. Lamentavelmente faz anos que essa proposta ocupa a pauta política, em particular, no caso de médicos graduados pela ELAM – Escola Latinoamericana de Medicina, Cuba.
Mais uma vez destacamos que somos contrários à revalidação automática de diplomas de todos os médicos formados no exterior, sejam originários de Cuba, dos Estados Unidos, da Inglaterra, ou de quaisquer outros países. Isso vale igualmente para os brasileiros.
Com o intuito de preservar os cidadãos brasileiros de riscos importantes à saúde e à vida, exigimos que o processo de validação dos diplomas tenha critérios transparentes e embasamento científico. Hoje, o sistema denominado “Revalida” atende a tais premissas. Portanto, tem de ser defendido e permanentemente aperfeiçoado por comissão formada especialmente para esse fim, com a participação efetiva da academia, das entidades médicas e de outros segmentos da sociedade.
Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica
Adesão e Aderência ao Tratamento
Programa
Tekobé – Medicina da Adolescência
Tema
Adesão e Aderência ao Tratamento
Descrição
Video aula sobre Medicina da Adolescência com o sócio fundador da Associação Viva e Deixe Viver, com a enfermeira Clementina Ishi, o assistente social Claudemir Almeida e da Tekobé o estudante Christian Montrigaud.
Manual vai orientar atendimento a pessoas com síndrome de Down
Consulta pública foi aberta pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (21) , data em que é comemorado o Dia Mundial da Síndrome de Down. Contribuições para a elaboração da cartilha podem ser encaminhadas ao Ministério da Saúde.
O Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (21) em que se comemora o Dia Mundial da Síndrome de Down, consulta pública para definição do Manual de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down, que irá orientar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e prestar esclarecimentos sobre como proceder quanto ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pessoas com a deficiência. O texto, assinado pelo ministro Alexandre Padilha, está publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União. As sugestões podem ser encaminhadas ao Ministério da Saúde até 20 de abril para o endereço eletrônicomanualsindromededown@saude.gov.br. O Brasil possui 300 mil pessoas com Síndrome de Dow, segundo dados do IBGE/2000. Estes números são semelhantes às estatísticas mundiais.
O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, explica que a síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição humana geneticamente determinada. “Com base neste enfoque e depois de um amplo estudo, lançamos este manual. O objetivo é o de oferecer orientações às equipes multiprofissionais para o cuidado à saúde da pessoa com Síndrome de Down, nos diferentes pontos de atenção da rede do SUS”, afirma.
Por Maria Vitória, da Agência Saúde – ASCOM/MS
Artigo Comentado:Reportagens sobre pesquisa médica em dois jornais brasileiros de prestígio
Programa
Comentários de artigos da Clinics
Tema
Artigo Comentado:Reportagens sobre pesquisa médica em dois jornais brasileiros de prestígio
Descrição
Artigo selecionado da edição de Março/2012, comentado pelo Editor Chefe da Clinics, o Prof. Dr. Maurício Rocha e Silva. Pesquisa de Ricardo Afonso Teixeira et al
Unicamp, Instituto de Estudos linguísticos
Clinics. 2012; 67(3): 261–264
Artigo comentado: Aplicando o novo conceito de near-miss materno numa unidade de terapia intensiva
Programa
Comentários de artigos da Clinics
Tema
Artigo comentado: Aplicando o novo conceito de near-miss materno numa unidade de terapia intensiva
Descrição
Artigo selecionado da edição de Março/2012, comentado pelo Editor Chefe da Clinics, o Prof. Dr. Maurício Rocha e Silva. Pesquisa deFátima Aparecida Lotufo et al Unicamp, Ginecologia e Obstetrícia
. Clinics. 2012; 67(3): 225–230.
Artigo comentado: Diferenças entre sexos nos padrões de consumo e nos problemas relacionados ao álcool em uma amostra da cidade de São Paulo
Programa
Comentários de artigos da Clinics
Tema
Artigo comentado: Diferenças entre sexos nos padrões de consumo e nos problemas relacionados ao álcool em uma amostra da cidade de São Paulo
Descrição
Revista Clinics. Artigo selecionado da edição de Março/2012, comentado pelo Editor Chefe da Clinics, o Prof. Dr. Maurício Rocha e Silva. Pesquisa de Camila Magalhães Silveira et al. Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, Departamento e Instituto de Psiquiatria. Clinics, 2012; 67(3): 205–212.
Saúde: vítima do compromisso às avessas
Por: Dr. Antônio Carlos Lopes
Principal preocupação dos brasileiros em pesquisas de diversos institutos de opinião, a saúde no Brasil é vítima de algo inédito em termos políticos. Ouso, então, batizar esse algoz da assistência aos cidadãos de “compromisso às avessas”.
Se puxarmos pela memória, ao menos nas cinco últimas campanhas eleitorais, a saúde foi a grande estrela. Candidatos para todos os gostos (ou desgostos) usaram-na para galgar degraus, chegando a prefeitos, governadores e até à Presidência da República.
Fosse de fato tratada como prioridade, fossem as promessas de campanha cumpridas, certamente não teríamos no Brasil mais ninguém sofrendo com longas filas para o atendimento, demora na realização de exames, falta de vagas nos hospitais e de remédios, entre tantos outros males que atingem nosso cotidiano. Entretanto, é aí que entra em campo o “compromisso às avessas”.
Faz anos, políticos de todos os partidos falam sobre a insuficiência de recursos na saúde. Todos também sempre se mostraram favoráveis à regulamentar a Emenda Constitucional 29 (EC 29), de forma a ampliar os investimentos para a assistência.
A realidade, contudo, passa longe. No término de 2011, os senadores tiveram a oportunidade de transformar em prática seus discursos quando da votação da EC 29. Só que fizeram justamente o contrário, aprovaram um substitutivo que não trouxe um só novo centavo para o setor.
Caso tivessem optado pelo projeto original do senador Tião Viana, a saúde teria, já nesse ano, novos R$ 35 bilhões. Menos do que o ministro Alexandre Padilha considera necessário – R$ 45 bilhões -, mas uma boa injeção de recursos.
Para piorar, recentemente, o governo federal realizou um contingenciamento no orçamento de 2012. O corte foi da ordem de R$ 55 bilhões. A saúde foi a maior prejudicada, perdendo R$ 5,4 bilhões. Apesar disso, felizmente podemos contar com um ministro que é médico, de excelente formação sólida e humanística. Esperamos que não recaia sobre ele o ônus dos recursos cortados.
Estamos em ano eleitoral e é hora de darmos resposta adequada a esse desrespeito. Como falamos de saúde, vamos aproveitar e prescrever o remédio para o bem do Brasil. Pesquise seus candidatos, veja as promessas que fez em pleitos anteriores e avalie sua postura ao longo dos anos seguintes. Se, por acaso, perceber que pertence à bancada do “compromisso às avessas”, risque-o de seu caderninho. É o caminho para limpar o universo político do Brasil e para melhorar realmente a vida dos cidadãos.
Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica
SAÚDE DA MULHER – Hábitos saudáveis: “segredo” contra a osteoporose
Da Agência Saúde
Segundo a OMS, de 13% a 18% das mulheres e de 3% a 6% dos homens com mais de 50 anos têm osteoporose em todo o mundo. No Brasil, Ministério da Saúde aposta em ações de prevenção à doença desde a infância para a garantia da chamada “poupança óssea”
Por Maria Vitória, da Agência Saúde – Ascom/MS


